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Barranquenho: uma aula inédita na UÉ

A Universidade Popular Túlio Espanca da Universidade de Évora (UPTE/UÉ), em parceria com o Grupo de Comunicação Social Diário do Sul e o Polo de Barrancos da UPTE/UÉ, promoveu no passado dia 21 de fevereiro, uma  «Aula Telefonia» sobre o Barranquenho.

 

O Anfiteatro do Colégio do Espírito Santo foi palco desta iniciativa inédita e de grande simbolismo para a cultura do Alentejo e para o diálogo entre a academia eborense e o território onde se localiza, neste caso, mais convretamente, a celebração do «barranquenho», falado no concelho de Barrancos, situado no Baixo Alentejo, junto à fronteira com Espanha, entre a Estremadura e a Andaluzia

José Bravo Nico, diretor da UPTE/UÉ, deu as boas-vindas aos muitos alunos que não perderam oportunidade de assistir a esta aula posteriormente transmitida pela Rádio Telefonia do Alentejo e pela Diário do Sul TV, enaltecendo o facto desta ser a primeira aula de barranquenho numa universidade, um momento “simbólico” mas “muito significativo” que dá aos alunos a oportunidade de conhecer e de aprender “uma parte importante da nossa cultura local” e onde a comunidade local aproxima-se do conhecimento científico e do saber académico, afinal um dos objetivos desta universidade popular.

Para Maria Filomena Gonçalves, professora do Departamento de Linguística e Literaturas da UÉ, o barranquenho é adquirido da mesma "maneira natural com que se adquire qualquer outra língua materna”, mas nesta caso, apresenta a singularidade de ter dois sistemas linguísticos preexistentes, o português e o castelhano.

A sessão contou ainda com a participação de Lurdes Pratas Nico da UPTE; Manuela Lopes, vice-presidente da Câmara de Barrancos; Dalila Lopes, vereadora da Câmara de Barrancos; e Carla Pica, adjunta do presidente da Câmara de Barrancos.

 

Publicado em 25.02.2019